“Quem tem fibromialgia sabe o que é sentir o seu quotidiano ameaçado com uma multidimensionalidade de alterações provocadas por esta doença cronica. A dor (que se estende a vários pontos do corpo), fadiga crónica, rigidez  muscular ao acordar ou quando se está muito tempo na mesma posição, queixas gástricas, cólon irritável, perturbações do sono, pouca tolerância ao esforço físico, são alguns vários dos sintomas que caracterizam a fibromialgia. Sintomas estes que se agravam com o stress, o frio e nos deixam com uma sensação de impotência e sem saber como aprender a viver com a doença e aceitar as suas limitações. A fibromialgia é invisível, difícil de diagnosticar, muitas vezes a família não entende, acusando o doente de “preguiçoso”, “piegas” ou “desequilibrado” emocionalmente. No trabalho sente-se que os colegas e chefias olham de lado e alguns médicos consideram a fibromialgia “como algo da cabeça da pessoa”.  Faz 18 anos que fui diagnosticada com esta doença, percorri médicos, várias terapias alternativas, sempre resisti a tomar remédios, não me sentia bem. Também não queria entregar-me a um papel de vítima deprimida. Nunca desisti, até que fui experimentar a terapia quântica, posso garantir que foi o melhor que podia ter-me acontecido, sabemos que esta doença é crónica e não tem cura, mas viver com ela implica uma atitude proactiva, afinal ninguém melhor do que nós sabe o que sente. Nesse sentido deixo aqui o meu obrigado à Fé (Fernanda Zaina Zimmermann) por me acompanhar, aconselhar e proporcionar qualidade de vida.”
                                                                                                                                                    

                                                                                  Sra. Helena Rocha, 58 anos, PhD em Serviço Social 

        

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