Perturbação de hiperatividade com défice de atenção (PHDA) ou transtorno do défice de atenção com hiperatividade (TDAH), sintomas e tratamento.

A falta de atenção é um sintoma de Transtorno do Défice de Atenção (PDA). Um médico pode diagnosticar uma criança como desatento se a criança:
-é facilmente distraído
-é esquecido, mesmo em atividades diárias
-é incapaz de dar atenção aos detalhes no trabalho escolar ou noutras atividades e comete erros descuidados
-tem problemas para manter a atenção em tarefas ou atividades
-ignora um falante, mesmo quando a falar diretamente
-não segue as instruções
-não consegue terminar tarefas escolares ou tarefas domésticas
-perde o foco
-tem problemas com a organização
-não gosta e evita tarefas que exigem longos períodos de esforço mental, como lição de casa
-perde as coisas vitais necessárias para tarefas

Um médico pode diagnosticar uma criança como hiperativa ou impulsiva (PHDA) se a criança:
-parece estar sempre em movimento
-fala excessivamente
-tem dificuldade severa à espera da sua vez
-torce-se no assento, toca as mãos ou os pés, ou agita-se
-levanta-se de um assento quando espera-se que permaneça sentado
-corre ou sobe em situações inapropriadas
-é incapaz de jogar ou participar tranquilamente em atividades de lazer
-explode uma resposta antes que alguém termine de fazer uma pergunta
-intromete-se e interrompe constantemente os outros

 

No entanto, com o stress a que estamos sujeitos, quase todas as crianças podem ter tanto sintomas de hiperatividade como de falta de atenção. Pode ajudar perguntar-se antes: de 0 a 10, qual o nível de stress do meu filho(a)?

Se a resposta for mais do que 5, recorra antes a terapias que ajudem no relaxamento.

Outras questões pertinentes: a alimentação do meu filho(a) não terá açúcar demais? Ele(a) faz atividades físicas regulares que o permitem extravasar a sua energia? Ele(a) tem um estilo de vida ativo, saudável e equilibrado? O meu filho(a) não estará a ser super estimulado por jogos virtuais ou atividades excessivas? Costumo ensina-lo(a) seus limites e as regras da boa educação?
Antes de um diagnóstico, mude para hábitos saudáveis. A abordagem holística e psicossocial na França, país onde o percentual de crianças diagnosticadas com TDAH é muito inferior, permite considerar as causas nutricionais dos sintomas do transtorno – especificamente o fato de que o comportamento de algumas crianças se agrava após comer alimentos com cores artificiais, certos conservantes e/ou alérgenos.

COMO A TERAPIA QUÂNTICA PODE AJUDAR:

Em primeiro lugar, a Terapia Quântica é considerada ideal para reduzir o stress através do relaxamento por estímulos elétricos e equilibrar níveis nutricionais.

A seguir, se o seu filho for diagnosticado com Perturbação de hiperatividade com défice de atenção (PHDA) apenas com base no comportamento, esse diagnóstico pode ser insuficiente e a Terapia Quântica pode ajudar com a sua tecnologia de avaliação.

Segundo Ana Galhardo Simões e Margarida Garcia,
psicoterapeutas, “a base está em questões sociais, culturais e emocionais que foram pano de fundo das alterações neuro-fisiológicas e de maturação de determinadas áreas cerebrais. Precisamos olhar/avaliar o seu funcionamento para não precipitarmos sentenças e tratamentos que podem não ser os mais indicados” afirmam. “Deve existir uma alteração no funcionamento da Dopamina e/ou da Noradrenalina na área pré-frontal nesses transtornos do funcionamento do cérebro.”

Sendo assim, com o scan realizado pelo SCIO, conseguimos avaliar e estimular através de frequências eletromagnéticas órgãos, glândulas, ondas cerebrais, hormonas e neurotransmissores, entre outros, cujas alterações estão na base dos sintomas.

No PHDA nota-se uma irregularidade nos níveis de atividade das ondas cerebrais alfa, beta, teta ou delta, presentes no EEG. Um dos tratamentos mais utilizados e investigados neste campo consiste em aumentar a produção da atividade beta (16-20Hz) e suprimir a produção de atividade das frequências teta (4-8Hz).

Já existem estudos que comprovam que a Terapia por Biofeedback provoca o efeito estimulante que o corpo precisa, em alternativa à medicação química (ritalina, concerta ou rubifen), capaz de diminuir os sintomas que interferem negativamente no desenvolvimento e aprendizagem.

 

 

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